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E meu amor imperecível
segunda-feira, junho 11, 2012 @ segunda-feira, junho 11, 2012 | 0 Comment [s]
Sobre amores, paixões e derivados. Estou cansada. Farta. Sempre os mesmo amores impereciveis, vidas imprevisiveis, mãos suado e o tal coração disparando. Porque ao menos uma vez podemos querer nós mesmos fazer a casa cair. - quem é que não gosta bem la no fundo de ver o circo pegar fogo?- Tirar o lacre do frasco, libertar aquela fragilidade chamada amor e deixar que ele se espalhe e vire "gás". Não existe a necessidade de ser sempre bom - quem foi que disse isso? - Desfazer laços, acabar com pieguices. Desmascarar, descontrolar. Que mal há em andar mal acompanhado pelo menos um dia? Fazer mala e ir embora, não pensar em mais ninguém, coloca essa me#da pra fora. Afinal, ele não vale mesmo tanto assim, e nem sempre tem historinhas tão boas assim, fica fácil assim. Ser cinderela compulsiva, perder o sono, a culpa, enfiar o pé na jaca, entrar em uma rua vazia e sem saída, não ter vergonha na cara. Quem foi que disse que é mau ser mau? Porque no final é isso mesmo que aquela coisa de amor faz. Te deixa sem saída, sem vergonha de ficar por aí chorando. Ninguém nasceu para agradar a ninguém não é mesmo? Marcadores: AMOR, INDIFERENÇA, UTOPIA Honey
sábado, junho 09, 2012 @ sábado, junho 09, 2012 | 0 Comment [s]
Desorientada? Não, não mais. Não agora! Outros tempos, baby! Outras vontades, outros sonhos! Tirei meus pés do chão, mas desta vez foi consentido, foi pra voar com rumo certo. Pra outra direção e não mais aquela que me prendia num labirinto de medos, angústias e decepções. Outras verdades, honey! Fiz questão desses estrangeirismo para que soasse bem irônico mesmo e mais do que isso, uma ironia real. Tristeza? Não, não agora. Dessa vez fiz questão de deixar um sorriso gigante bem estampado no rosto para ter o doce prazer de desarmar tantos olhares de inveja. Fiz questão de cantar bem alto para que os vizinhos escutem minha felicidade. Fiz questão de dançar descalça para saborear cada minuto dessa nova liberdade, não somente de corpo, mas de espírito, de expressão! Organizei meus sentimentos, revi meus conceitos, mudei minhas opiniões. Mas eu? Continuo a mesma! Bloqueei minhas memórias com uma eficácia assustadora, deve ser por isso que não dói.Nem um pouco, honey! Marcadores: AMOR, FELICIDADE, INDIFERENÇA |
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